Com que frequência saem números vizinhos — pares colados como 10 e 11 — nos 3.053 sorteios da história.
Você sabia?
A maioria dos apostadores evita consecutivos achando que são raros. Os dados mostram o contrário: em 42% dos sorteios saiu pelo menos um par. O padrão mais comum é "Nenhum consecutivo", que acontece em 58% das vezes (1.772 sorteios).
Os números
A explicação
Muitos apostadores evitam consecutivos achando que são raríssimos. Não são: pelo menos um par vizinho apareceu em 42% dos sorteios — 1.281 dos 3.053 concursos. Ainda assim, o resultado mais comum é não ter nenhum, em 58,0% das vezes. Faz sentido: existem 59 pares consecutivos possíveis (1-2, 2-3, ..., 59-60), mas só 6 dezenas saem por sorteio — sobra muito espaço para elas caírem separadas.
Conclusão prática: não há razão para fugir de consecutivos na sua aposta. Uma combinação com um par consecutivo tem exatamente a mesma chance de ganhar do que qualquer outra combinação.
FAQ
Em 42,0% dos sorteios — 1.281 dos 3.053. É bem mais comum do que a maioria imagina: praticamente dois em cada cinco concursos trazem pelo menos um par vizinho.
Duas dezenas vizinhas no mesmo sorteio, como 23 e 24. Um resultado com 23, 24 e 25 conta como dois pares consecutivos (23-24 e 24-25).
Nenhum consecutivo, em 58,0% dos sorteios. Depois vem um par (34,9%), dois pares (6,8%) e, bem mais raro, três ou mais (8 vezes em 3.053).
Não. Os números não têm memória, e 23-24 tem a mesma probabilidade que 7-41. Consecutivos aparecem em menos da metade dos sorteios porque há menos combinações com vizinhos, não porque sejam evitados pelo sorteio.
Pode, e a probabilidade é idêntica à de qualquer outra combinação. O problema não é matemático: sequências assim estão entre as mais jogadas do país, então um eventual prêmio seria dividido por muita gente.